O NHS está sob pressão financeira, com um déficit estimado em £ 30 bilhões até o final da década. Uma maneira de reduzir isso é economizar em outras áreas, e a limpeza hospitalar pode ser uma dessas metas.
Estima-se que a má limpeza custe milhões de libras ao NHS todos os anos. Isso se deve ao aumento das taxas de infecções hospitalares (IAHs), que podem causar doenças, morte e prolongar a permanência dos pacientes no hospital.
Infeções também podem levar ao aumento de custos para o NHS (Serviço Nacional de Saúde), devido à necessidade de tratamentos e cirurgias adicionais, bem como à perda de produtividade quando os funcionários estão afastados do trabalho por motivos de saúde. Portanto, é crucial que os hospitais mantenham altos níveis de limpeza para evitar essas implicações financeiras.
O NHS (Serviço Nacional de Saúde) do Reino Unido é um dos sistemas de saúde mais caros do mundo. Em 2017, representou 9,1% do PIB, ou £ 127,6 bilhões. Isso o torna um alvo prioritário para medidas de redução de custos.
Uma maneira de economizar dinheiro é garantir que os hospitais sejam mantidos limpos e livres de bactérias. No entanto, um estudo recente mostrou que nem sempre é esse o caso. O estudo, conduzido pela Universidade de Southampton, descobriu que as superfícies hospitalares são frequentemente contaminadas por bactérias, incluindo MRSA e C. difficile.
O custo da limpeza dessas superfícies pode ser significativo. Por exemplo, o NHS gasta £ 28 milhões por ano em desinfetantes e detergentes. Isso não inclui o custo da mão de obra, que pode ser considerável.