Assim como a origem de um produto pode influenciar as obrigações tarifárias, seu design também pode. Modificações podem colocar um produto em uma categoria diferente na Tabela Tarifária Harmonizada (HTS), que a Alfândega dos EUA utiliza para determinar quais taxas você deve pagar.
“O fato de uma jaqueta ser forrada ou não, ou ter zíperes ou costuras, pode impactar a tarifa”, diz Totah. Em alguns casos, pode custar menos em tarifas importar componentes e montá-los nos Estados Unidos do que importar o produto acabado.
A Odyssey International Services trabalha com alguns de seus clientes para projetar produtos com classificações HTS em mente, tomando decisões que geram tarifas mais baixas.
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Crie uma operação formal, administrada por um especialista – Quer você importe, exporte ou ambos, uma das coisas mais importantes a fazer é desenvolver um programa formal para gerenciar essas funções, com políticas e processos escritos, diz Morales.
O ideal é que uma empresa que importa ou exporta volumes significativos coloque um funcionário responsável por cumprir todas as obrigações fiscais e regulatórias aplicáveis, mesmo quando a empresa também utiliza um despachante aduaneiro ou outro provedor.
“Um provedor de serviços está facilitando transações para você, mas, em última análise, o governo dos EUA analisará você se houver erros”, diz Doucette.
Erros podem custar caro, seja classificando incorretamente um produto para fins tarifários, deixando de registrar uma declaração para uma agência reguladora ou exportando um produto para uma pessoa na lista de partes negadas do governo dos EUA.
Ainda assim, os prestadores de serviços podem oferecer uma assistência inestimável. “Eles têm especialistas no assunto aos quais você pode recorrer para orientação e aconselhamento”, diz Doucette.